Um papo sobre Bernardinho do vôlei, empatia e liderança…

Um papo sobre Bernardinho do vôlei, empatia e liderança…

Um papo sobre Bernardinho do vôlei, empatia e liderança…

Em um final de semana recente, durante as Olimpíadas, assisti a uma entrevista do técnico de vôlei Bernardinho e suas palavras me fizeram pensar sobre a questão da liderança nas empresas. Vou lhe explicar melhor.

Todos nós conhecemos essa figura por seu jeito… Único.

Porém, quem acompanha seu trabalho, percebeu que, ultimamente, o comportamento do técnico mudou muito. Ele está mais contido e parece até um técnico normal. (rsrsrs) E, como tudo na vida, isso não passou despercebido pela imprensa.

Quando questionado por seu entrevistador sobre a mudança, ele foi direto. Disse que a equipe que liderava no momento não tão reagia bem (nada bem!) quando ele gritava muito, se agitava e enlouquecia. Ele, então, compreendeu uma diferença e ao invés de continuar esbravejando, como fazia com suas equipes anteriores, foi flexível, adaptou-se e “dançou conforme a música”. Esse foi o motivo da mudança de seu comportamento.

Sabia que esse é um sinal de que Bernardinho é um líder brilhante? Isso por um motivo: ele é um líder que exerce a empatia com suas equipes.

A empatia, nesse contexto, nomeia a capacidade de se colocar no lugar do outro e de pensar como ele. Ao agir dessa maneira, Bernardinho conseguiu ajustar seu comportamento e sua comunicação para termos que seriam realmente eficazes com seu time. Só assim, os jogadores conseguiram entendê-lo e reagirem bem às suas palavras.

Passando para o contexto empresarial, uma pesquisa revela que gestores que exercem a empatia, assim como Bernardinho, obtêm os melhores resultados de suas equipes. Tais líderes são os melhores comunicadores, lidam melhor com os clientes e estabelecem fortes ligações tanto com sua equipe, quanto com os clientes. Tal relacionamento facilita as negociações, melhora o clima interno, promove o verdadeiro trabalho em equipe e deixa a empresa pronta para lidar com qualquer crise.

Agora, eu lhe pergunto: Você prefere continuar gritando com uma equipe que não reage bem sob pressão ou irá usar a empatia para mudar seu comportamento?

A escolha é sua, mas, antes de decidir, saiba que a empatia é uma das características mais fortes de um bom líder no futuro.

E, para finalizar, deixo mais uma reflexão: (rsrsrs)

Se tem uma coisa que aprendi é que, no trabalho, ter sacadas geniais só te leva ao sucesso se você for jogador de vôlei.

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